terça-feira, 18 de março de 2014

O Grito



               Gabriel Castro


  Eu e meu amigo decidimos que seria legal ir acampar na floresta perto de nossas casas, pois era escuro. Era mais legal para contar historias de terror       Depois de arrumar nossa barraca e de fazer a fogueira, começamos a contar historias de terror, enquanto comíamos marshmelow. Quando eu estava contando a historia, ouvimos um grito. Meu amigo falou para eu parar de brincadeira, mas eu disse que não era eu.
  Eu dei a ideia de irmos para o carro e irmos, embora, mas meu amigo falou que tínhamos que investigar. Eu no estava muito confiante no plano, mas topei. Depois de um tempo caminhando, ouvimos outro, só que desta vez era de um homem. Logo a frente vimos uma barraca e uma fogueira, aonde vimos uma mulher deitada no chão. Pensamos que ela estava dormindo, mas, quando estávamos chegando, vimos que ela estava morta. Olhamos em volta e vimos um homem morto e, ao lado dele, uma mulher com uma faca ensanguentada. Saímos correndo.
  Depois de meia-hora correndo, vimos uma casa. Entramos e depois achamos que seria mais seguro se dormíssemos lá. Tiramos nossas mochilas e nos arrumamos em um quarto. Meu amigo perguntou se poderíamos dormir no mesmo quarto. Eu disse sim, pois vi que ele estava com medo. Eu me deitei na cama e meu amigo em um colchão que estava no chão. Quando eu estava quase dormindo, eu abri os olhos bem na hora em que deu uma trovoada. Acabei vendo aquela mulher da faca ao lado do meu amigo. Saí da cama, fui para o corredor e me tranquei em outro quarto, mas ela apareceu lá de novo.
  Me tranquei em outros dois cômodos, mas ela sempre aparecia, ate que eu r resolvi fugir. Corri para oi local da porta, mas ela havia sumido, assim como as janelas. Olhei de volta e vi uma janela no outro lado da casa. Fui correndo para a janela, quando algo me segurou. Olhei para trás e vi meu amigo sem um dos braços. Ele pediu socorro, mas eu Sabia que, se o ajuda-se, nós dois morreríamos. Por isso me soltei e corri pra janela. Abri-a e fugi. Quando olhei para trás, meu amigo gritou. Eu o vi ser morto pela mulher.
  Fui correndo para local do nosso carro. Quando cheguei nele, liguei-o e fui para a delegacia. Contei tudo ao policial, mas ele não acreditou e me mandou para um hospício, onde as vezes vejo a mulher pala janela.

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