Vitória Ruva Villela
Era Dia 8 de maio, em um dia em que a família
Julius percebeu que o tempo estava escurecendo muito rápido, quando de repente,
ocorrem muitas trovoadas. A família desiste até de sair de casa. Estava
sinalizando que ocorreria uma tempestade.
E foram passando horas e horas, minutos por
minutos e a família Julius, em casa, entediada por não ter conseguido sair de
casa.
Foi quando deu um apagão. Toda a cidade ficou
sem energia. Isso já era á noite e com chuvas fortes lá fora.
Todos vão dormir, enquanto o Gabriel fica
acordado. O menino mais novo da morada.
A sua casa era antiga. A avó de Gabriel
deixou os bens para a família Julius, pois o avô havia morrido. O Gabriel
queria acordar cedo no dia seguinte e por isso, colocou o despertador para
tocar. Quando deu 00h00min (meia-noite) Gabriel dormiu.
No seu quarto, as janelas estavam um pouco
abertas para ventiladas, quando começou a ouvir um uivo. As cortinas começaram
a balançar e ouve-se um trovão. Ao mesmo tempo, acende e apaga as luzes.
Gabriel acorda, quando novamente vem outra trovoada e Gabriel vê uma sombra de
uma pessoa em seu quarto. Seu despertador dispara e os sons dos segundos do
relógio começam a ser mais altos e rápidos. Gabriel grita.
A sua mãe acorda com o susto. Chega no quarto
do seu filho e vê que ele está morto.

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