terça-feira, 18 de março de 2014

O Esgoto



Gabriela M.Lourenço

Era uma tarde escura. Estava em Portugal no ano de 1990. Nós, a família Albuquerque, fomos super conhecidos e ricos. Costumávamos ir ao parque toda sexta à noite. Éramos três filhos, eu, Helena, a única filha, a mais nova da casa, com a idade de 17 anos. Paulo, que tinha 20 anos, foi um irmão muito atencioso e querido, Já Corado, que tinha 23 anos, era muito ambicioso e só se importava com ele mesmo. Rebeca, nossa mãe, tinha sido a melhor mãe do mundo. Já nosso pai, Gustavo, parecia que nem ligava para nós, só queria saber de trabalho.
O parque a que nós íamos chamado Corwinal , foi conhecido como o pior parque de todos. Diziam que as pessoas que eram puras do coração  eram levados pelo monstro e ele tirava tudo o que a pessoa tinha de bom. Matava toda a sua família e depois que a pessoa não tinha mais nada, o monstro a vida da vítima , só deixando seus olhos de fora. Mas isso não acontecia há tempos.
Fomos uma noite ao parque, como de costume, mais o parque estava vazio. Era inverno com muita neblina. De repente, acaba a luz em todo o bairro. Queríamos sair, mas o carro tinha sumido. Estava escuro, não enxergávamos nada. Um buraco se abriu e todos nós caímos no chão de um esgoto.
Lá estávamos nós, a família Albuquerque, em um esgoto. Meu pai começou a se desesperar e disse:
-Precisamos sair daqui! Assim que ele terminou de dizer a frase, o buraco se fechou.
Estava tudo muito escuro quando lá no fundo do esgoto tinha dois olhos vermelhos que se aproximavam casa vez mais. Todos ficaram em silencio... Quando Conrado gritou, uma lanterna apareceu misteriosamente na mão de Helena. Quando percebemos, Conrado não estava mais lá. Eu disse:
-Precisamos encontra-lo e sair daqui! Paulo concordou já nosso pai falou:
-Nós não vamos procura-lo. Em vez de ficar com a família, ele saiu e nos deixou! Ele é ingrato. Minha mãe disse:
- Eu não saio daqui sem meu filho.
Começamos a procurar meu irmão mais velho. Estávamos com muito medo. De repente, o corpo de Conrado apareceu cortado em vários pedaços. Eu e minha mãe chorávamos sem parar. A lanterna se apagou e mamãe começou a gritar agudo. Ela sumiu. Paulo e eu ficamos muito apavorados e papai finalmente demonstrou  uma emoção.
Apavorados, sem saber o que fazer, saímos gritando o nome de minha mãe. Meu pai tentou me segurar. Depois de um tempo escutando gritos, que não sabíamos de onde vinha, o corpo de minha mãe apareceu cheio de feridas. Estava morta! Nunca pensei que poderia sofrer tanto em minha vida.
Uma cobra enorme surge do nada, com sangue na boca. Foi o bicho mais feio que já vi. Corremos muito, mas a cobra pegou meu irmão e meu pai. Com muita sede de vingança, pensava em como destruir aquele monstro. Mas a cobra gigante sumiu no mesmo instante. Foram tempos de tortura pensando em minha família. Comia ratos para sobreviver e bebia agua do esgoto. Até que o monstro verde aparece e tenta me matar, mas uma espada misteriosamente nasce em minha mão e eu mato o bicho com golpes no meio da sua nojenta boca. Essa foi a historia de como sobrevivi do pior dos terrores.


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