quinta-feira, 20 de março de 2014

O Apito Vermelho



Bruno Matteo Coli

Em uma tarde de sábado, eu implorei para minha mãe me deixar ir em uma festa que seria em uma balada.
Ela deixou eu ir, com uma condição: que voltasse para casa no máximo às 1:00 hora da manhã.
Eu fui para a festa, mas, no meio do caminho, tinha um cemitério. Para chegar a festa, por dentro do cemitério era o caminho mais rápido.
Entrei no cemitério correndo, mas, no meio do trajeto, tinha uma placa sinalizando que tinha uma cova aberta.
Não vi aquela placa e cai na cova. De repente, começou a chover. A chuva e o vento foram trazendo neblina, mas, eu tinha um problema muito maior, porque as pessoas que cavaram tinham deixado toda a terra da escavação do lado da cova e com a chuva a terra foi se transformando em barro. Todo aquele barro acabou deslizando para dentro da cova.
Por coincidência uma velha que estava me seguindo desde quando eu sai de casa queria me ajudar a subir a superfície, mas eu recusei a sua ajuda e com muita dificuldade consegui sair dali.
A velha ficou irritada pelo jeito que a tratei que quando eu sai do cemitério e estava prestes a chegar na festa a megera me sequestrou e fui levado até sua casa antiga e medonha.
Depois de três horas ela me tirou do carro e me deu uma droga para fica tonto e inconsciente por 20 minutos. Eu fui forçado a tomar porque ela estava armada.
Eu senti que tinha caído em algum lugar e quando acordei estava em um buraco escuro.
Só que a velha malvada esqueceu de me revistar, por sorte estava com meu celular no bolso do casaco, eu tentei ligar para a polícia só que lá embaixo não havia sinal.
Depois lembrei que meu celular tinha lanterna, logo vi no canto do buraco que tinha um apito vermelho e com o apito na minha mão eu assoprei o mais forte possível com a esperança de que alguém me ouvisse.   


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