Bruno Matteo Coli
Em uma tarde de sábado, eu
implorei para minha mãe me deixar ir em uma festa que seria em uma balada.
Ela deixou eu ir, com uma
condição: que voltasse para casa no máximo às 1:00 hora da manhã.
Eu fui para a festa, mas, no
meio do caminho, tinha um cemitério. Para chegar a festa, por dentro do
cemitério era o caminho mais rápido.
Entrei no cemitério
correndo, mas, no meio do trajeto, tinha uma placa sinalizando que tinha uma
cova aberta.
Não vi aquela placa e cai na
cova. De repente, começou a chover. A chuva e o vento foram trazendo neblina, mas,
eu tinha um problema muito maior, porque as pessoas que cavaram tinham deixado
toda a terra da escavação do lado da cova e com a chuva a terra foi se transformando
em barro. Todo aquele barro acabou deslizando para dentro da cova.
Por coincidência uma velha
que estava me seguindo desde quando eu sai de casa queria me ajudar a subir a
superfície, mas eu recusei a sua ajuda e com muita dificuldade consegui sair
dali.
A velha ficou irritada pelo
jeito que a tratei que quando eu sai do cemitério e estava prestes a chegar na
festa a megera me sequestrou e fui levado até sua casa antiga e medonha.
Depois de três horas ela me
tirou do carro e me deu uma droga para fica tonto e inconsciente por 20 minutos.
Eu fui forçado a tomar porque ela estava armada.
Eu senti que tinha caído em
algum lugar e quando acordei estava em um buraco escuro.
Só que a velha malvada
esqueceu de me revistar, por sorte estava com meu celular no bolso do casaco,
eu tentei ligar para a polícia só que lá embaixo não havia sinal.
Depois lembrei que meu
celular tinha lanterna, logo vi no canto do buraco que tinha um apito vermelho
e com o apito na minha mão eu assoprei o mais forte possível com a esperança de
que alguém me ouvisse.

Nenhum comentário:
Postar um comentário