quinta-feira, 20 de março de 2014

Um vírus desconhecido



João Vitor Meira Waszak
 
            Há muito tempo em uma casa, vários cientistas trabalhavam em experimentos para conter vírus perigosos. Um dia, um dos cientistas muito bem valorizado ficou doente por um vírus desconhecido.
            Vários cientistas fizeram formulas para conter o vírus mas cada injeção dada ao cientista “Bray Hoqueford” só deixava o vírus mais poderoso.
            Depois de dois anos a ultima injeção para conter o vírus foi dado a Bray. Parecia ter dado certo, mas algo de ruim aconteceu. Ele começou a perder a pele e se transformar um matador. O alarme foi dado aos outros cientistas que estavam trabalhando e aos guardas. Eles tentaram evacuar a casa o mais rápido possível e os trinta e dois guardas bem armados foram tentar conter “Bray Hoqueford”, mas ninguém sobrevive-o e certo um.
            Depois de um ano, o sobrevivente veio a capital da Inglaterra para falar as autoridades o que houve nessa casa, claro que nos jornalistas ficamos sabendo, então fui enviado para saber mais a fundo o que aconteceu a essa casa. Fui a noite com uma câmera. Quando os portões da casa estavam abertos e mais um pouco afrente haviam carros fortes da SWAT na porta principal, ela estava trancada. Fui então pelos fundos e entrei por uma porta de ferro que estava torta e caída no chão. Eu me aterrorizei quando vi isso. Andei por u corredor e entrei no quarto de um dos guardas.
            Fui verificar no seu computador os vídeos das câmeras de segurança a um ano atrás. Mostrava os guardas da casa tentando conter “Bray” ou o mostro.
            Continuei andando pelo corredor, vi sangue no chão, como se alguém tivesse sido arrastado para a escuridão. Vi as câmeras estraçalhadas, continuei andando, cheguei perto de duas portas. A esquerda era u banheiro que se fechou. A direita era um quarto de experiências. Entrei nela estava tudo destruído e uma cama cheia de sangue que ainda havia pingando do teto até a cama. Subi no tubo de ventilação  que estava aberto vi pela grade do tubo um homem que entrou e saio.
            Cheguei no final do tubo, abri uma porta, cai e só minha câmera que estava gravando sabe o que aconteceu. 


O Amordaçador



Felipe B. Westphalen
Arizona, Estados unidos, 1987. Um corpo é encontrado brutalmente degolado. Nenhum suspeito, nenhuma pista, só o corpo.
A vítima, uma mulher que estacionara o carro na frente de um prédio abandonado, no centro da cidade, à noite. Não se sabe o nome dela, pois não foram encontrados documentos. Nenhum membro familiar, ou amigo se manifestou para dizer quem era a tal mulher, mesmo depois de mostrarem o rosto indecente na televisão. Um guarda que teria perguntado informações dela e o porquê de estar ali, disse que seu nome era Melissa Watt.
Os policiais suspeitam do namorado dela, Max Deff, que teria sido dispensado. Pela garota, mas eles não sabem de nada...
Noa Hackfield era filho único. Desde cedo não conversava com ninguém do colégio. O seu único amigo era um boneco de pano, cresceu na cidade de Phoenix, lugar perigoso situado no Arizona. O lugar amedrontador ajudou a desenvolver uma mente metódica e paranoica de Noa. Ele sempre estava tendo visões.
Com vinte anos, Noa ainda morava com os pais. Não tinha terminado a faculdade de psicologia, por isso não tinha dinheiro. Morava no porão de casa, isolado, estudando a mente humana.
O pai o rejeitava, e a mãe era preocupada com o filho.
As consequências da rejeição do pai eram tão grandes que quando fez vinte e um anos, era Noa quem precisava de um psicólogo, pois suas visões vieram com mais frequência. Ele ouvia vozes que o mandavam fazer coisas, se sentia em transe absoluto, dominado pela sua própria voz imaginária. Ele se sentia obrigado a obedecer.
Poucos dias antes de se formar, Noa foi expulso da faculdade por consequências dessa voz louca, gerou ferimentos graves quando se sentiu obrigado a empurrar um garoto que amarrava o sapato contra a quina de uma carteira. Triste e com raiva, Noa estava ansioso para se formar, quando isso aconteceu. Quatro anos de estudo para nada.
Ele pegou prisão domiciliar de três anos. Assim que cumpriu, começou a passear pelas ruas, à noite, sempre levando uma faca por conta própria.
Andando pela rua, Noa ouviu uma voz que dizia para atar a tal mulher (Melissa), que estava no carro. Depois de feito, percebeu o quão necessitado de ajuda ele estava. Para não ser preso novamente, levou tudo que poderia indicar o nome da mulher, e, consequentemente revelando o assassino. Teve sorte de não haver nenhuma manifestação familiar.
Culpado pela realidade e pela sua mente, agora em sã consciência, pegou suas roupas, alguns equipamentos e fugiu de casa. Assim começava a jornada de um assassino em série, cujo nome dado foi “o amordaçador”.
O destino de Noa foi traçado por si mesmo. Apoiado pelas suas alucinações, não tinha dúvidas sobre virar um assassino.
Cinco anos se passaram. Cento e dez pessoas assassinadas pelo amordaçador. Sempre deixando cartas misteriosas para os policiais. Noa Hackfield, dois dias depois do seu último assassinato, se matou. Ele se matou a pedido de sua mente, que dizia para agora se juntar aos mortos, porque todas as pessoas que Noa havia matado, já cometeram vários pecados e que, ele, Noa Hackfield, teria que ir junto, pelos seus pecados.


O Vulto na Névoa



Henrique Xavier Delconti
Há 4 horas sofremos um naufrágio. Era um cruzeiro dos Estados Unidos ao Brasil, quando o capitão adormeceu bateu o navio em uma rocha próxima a uma ilha. Minha família que se encontrava viva nadou até a ilha. Meus pais saíram á procura de água doce enquanto eu, meu amigo e minha irmã procurávamos comida. Meus pais voltaram correndo dizendo que tinham achado uma casa para nos abrigar aquela noite. A casa tinha um aspecto velho e parecia estar abandonada. Entramos cautelosos para verificar se alguém ainda vivia ali. Estava anoitecendo então nos arrumamos para dormir.
            Todos já tinham dormindo e eu, ainda sem sono , comecei a observar o céu com aquela nevoa da madrugada. Avistei uma bola vermelha. Pensei em tudo que poderia ser, mas não descobri. Decidi então acordar meu amigo que não parava de roncar. Fomos para a janela observar, até que descobrimos que era o sol em eclipse. Quando fomos nos deitar, meus pais e minha irmã haviam sumido. Então vi um vulto pulando outra janela e desaparecendo na névoa.
            Foi quando dei um pulo na minha cama, na minha casa onde eu realmente estava, que percebi que não se passava de um pesadelo, acalmei-me, arrumei minhas malas e minha família e eu íamos ao porto de Miami pegar o nosso cruzeiro para o Brasil.


O Apito Vermelho



Bruno Matteo Coli

Em uma tarde de sábado, eu implorei para minha mãe me deixar ir em uma festa que seria em uma balada.
Ela deixou eu ir, com uma condição: que voltasse para casa no máximo às 1:00 hora da manhã.
Eu fui para a festa, mas, no meio do caminho, tinha um cemitério. Para chegar a festa, por dentro do cemitério era o caminho mais rápido.
Entrei no cemitério correndo, mas, no meio do trajeto, tinha uma placa sinalizando que tinha uma cova aberta.
Não vi aquela placa e cai na cova. De repente, começou a chover. A chuva e o vento foram trazendo neblina, mas, eu tinha um problema muito maior, porque as pessoas que cavaram tinham deixado toda a terra da escavação do lado da cova e com a chuva a terra foi se transformando em barro. Todo aquele barro acabou deslizando para dentro da cova.
Por coincidência uma velha que estava me seguindo desde quando eu sai de casa queria me ajudar a subir a superfície, mas eu recusei a sua ajuda e com muita dificuldade consegui sair dali.
A velha ficou irritada pelo jeito que a tratei que quando eu sai do cemitério e estava prestes a chegar na festa a megera me sequestrou e fui levado até sua casa antiga e medonha.
Depois de três horas ela me tirou do carro e me deu uma droga para fica tonto e inconsciente por 20 minutos. Eu fui forçado a tomar porque ela estava armada.
Eu senti que tinha caído em algum lugar e quando acordei estava em um buraco escuro.
Só que a velha malvada esqueceu de me revistar, por sorte estava com meu celular no bolso do casaco, eu tentei ligar para a polícia só que lá embaixo não havia sinal.
Depois lembrei que meu celular tinha lanterna, logo vi no canto do buraco que tinha um apito vermelho e com o apito na minha mão eu assoprei o mais forte possível com a esperança de que alguém me ouvisse.   


O Ladrão de Identidades



Lucca Scariot

Era uma noite nublada e chuvosa, morávamos num beco com cinco casas, a nossa, a do vizinho Josh, Clemence e Robert. Ainda havia uma casa do lado da nossa, mas já a deviam ter abandonada faz tempo.
Josh era um rapaz muito invejado e odiado por alguns, já que ele era um policial e detetive muito bem treinado. Já consegui desvendar mistérios impossíveis de serem resolvidos.
Nessa mesma noite, recebi uma carta de meu ex- melhor amigo, Tom. Ele era um amigo muito fiel a mim, até que eu ele nos formamos em medicina e eu o substitui por Josh. Por que fiz isso? Porque Tom estava enlouquecendo completamente! Ele falava que nós iríamos ser amigos até depois da morte e outras coisas loucas.
Na carta estava escrito: “Los Sepulcros 922“. Ora, isso era um endereço de uma rua perto de minha casa. Será que era mais uma de suas loucuras? Não sei, o que sei é que estou indo lá agora mesmo.
Quando cheguei, não havia nada além de um beco no final da rua. Eu me aproximei e olhei mais de perto. Era uma pessoa! Ela estava morta e com a cara toda enfaixada. Eu desenrolei a faixa e examinei o corpo. Sua face foi retirada com cortes de precisão e alta tecnologia. Terminando de examinar, me surpreendo. Era Josh! Mas quem teria o matado? Será que Tom queria vingança?
Procurei por rastros de sangue, mas só achei rastros de alvejante. Quem quer que esteja atrás disso, estava tentando limpar o chão ensanguentado. Segui os rastros de alvejante até a casa ao lado da minha, nunca imaginei que tenha acontecido algo ali. Bati com força na porta e ela abriu. Ali dentro era um quarto com uma cadeira e instrumentos de tortura.
Escutei uma leve rajada de vento assoviar e olhei para trás. Era Tom com a face de Josh em seu rosto. Em seguida disse:
-Você sofrerá comigo! Tom desapareceu em meio da neblina à noite.