quinta-feira, 24 de abril de 2014

O voo



Bruno Matteo Coli

Era uma manhã agitada, porque nós iriamos viajar de avião pera Acapulco, no México.
              Estávamos todos ansiosos, porque era a nossa primeira viagem de avião.
E lá fomos nós felizes da vida, para o aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo.
Eram 11 horas da manhã quando chegamos ao aeroporto. Fizemos nossas checagens e ficamos esperando 1 hora até eu e minha família embarcarmos no avião.
Entramos no avião, nós já procuramos os nossos assentos. Os nossos assentos eram 17, 18, 19, 20 e 21.
Já eram 12h30 minutos da tarde quando o avião começou a decolar e o piloto disse:
- Apertem os cintos, que nós já iremos levantar voo.
Nós colocamos os cintos e rezamos para que nada de ruim acontecesse durante a nossa viagem. Até que, enfim, o avião subiu ao céu.
O voo estava previsto para demorar 2 horas, de São Paulo até Acapulco.
Com 1 hora de voo começaram a passar as aeromoças, trazendo comidas e bebidas aos passageiros.
                Eu peguei um hambúrguer e uma Coca-Cola e, de repente, o avião foi parar no meio de uma forte tempestade. O avião começou a dar turbulência e as máscaras de oxigênio  caíram do teto. Eu, apavorado, coloquei-a logo e ajudei meu irmãozinho a colocar, pois ele não estava conseguindo.
                O piloto disse:
- Estamos caindo! Estamos caindo!
O avião estava perdendo altitude muito rápido.
O piloto do avião mudou para o piloto manual e nós estávamos caindo tão rápido que a aeronave já estava perto do chão. Estava só a 5 mil pés do solo.
O comandante teve uma ideia. Ele virou o avião de ponta-cabeça, para parar de perder altitude.
A ideia deu certo. A gente parou de perder altitude. O piloto voltou a aeronave ao normal e chegamos a salvos no chão, pois o comandante aterrissou em um campo enorme.
Quando os moradores viram o nosso avião caindo, foram direto ligar para o resgate.
Nós só sofremos ferimentos leves. Como já estávamos no México, alugamos um carro e fomos para a cidade de Acapulco.
               Chegamos ao nosso hotel e minha mãe olhou para mim, meu irmão, minha avó, meu avô e disse:
- Nunca mais viajo de avião!   


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