Pedro Henrique Mayer Nader
Eu e meu pai estávamos no Egito,
visitando antigas tumbas à procura de câmaras secretas. Meu pai vivia disso,
estávamos sempre viajando.
Ficávamos meses em um lugar. Se
achássemos alguma coisa íamos embora. Minha mãe estava com câncer, por isso, ela
e minha irmã ficavam em uma casa fixa.
Sem acharmos nada voltamos. Ao
voltarmos, minha mãe estava morta e, por isso, minha irmã passou a viajar
conosco.
Nos voltamos ao Egito, tínhamos
permissão para procurar outras passagens
nas pirâmides.
Meu pai, preocupado conosco, nos
deixou em um hotel. Algumas horas depois ele voltou, pedindo para irmos ver o
que ele achou.
Ao chegarmos à pirâmide, meu pai nos
disseque era lindo, um oásis dentro de uma pirâmide. Lá tinha os animais
nativos do Egito vivos. Eu estranhei, pois eles ficaram lá dentro tanto tempo e
não morreram.
Mas ao chegarmos aonde meu pai tinha
falado não tinha nada. Ele tinha estranhado, pois mais cedo tinha visto a
passagem.
Nos fomos embora, mas meu pai sabia
que ali tinha algo. Ele tinha visto e, por isso, ficou. Eu e minha irmã nos
perdemos e imaginado estar perto da saída andamos.
Meu pai não entendia por que não tinha
aparecido e, 20 minutos depois de nossa saída, ela apareceu. Meu pai desceu
esse viu em uma sala preta onde ele quase ao conseguiu sair. Quando saio a passagem
se fechou.
Ele se preocupou conosco e nos seguiu.
Nós nos encontramos quando eu estava quase desistindo. Por sorte, meu pai nos
conduziu-o ate a saída enquanto contava sua história. Nós nos preocupamos e
voltamos para a sala onde novamente não havia passagem.
Eu com sede , voltei e minha irmã me segui-o
.no meio do caminho ouvimos um barulho estranho e voltamos para ver meu pai.
Ao, chegarmos, o chamamos e ele nos disse para descemos pela escada, mas não
havia escada não havia passagem.
Meu pai desmaiou e nos o levamos para
o hospital. Ele acordou sem se lembrar de nada.

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