Milena Heloísa de Amorim Silvério
Em
uma casa, havia um homem que estava preso há anos. Quando completou “certinho”
quinze anos de prisão, à meia noite todas, as correntes se abriram sem nenhuma
chave. Não morava ninguém naquela casa. Mesmo com muito medo, decidiu sair
daquele local.
Sem
muita força, caminhava devagar. Só que enquanto andava, seu velho casaco
enrosca em um objeto e esse objeto cai. Era um copo que estava cheio de água
velha cai e quebra, mas a agua vai em direção à mesa. Lá estava um buraco
tampado com um tecido, parecido com a cor do chão.
Decide
descer e é onde encontra uma caixa branca. Dentro, havia uma carta escrita em
grego. Soube traduzir um pouco, pois havia estudado várias línguas quando tinha
10 anos de idade. Na carta falava-se sobre um amor proibido no começo do século
XV, em que uma dama se apaixona por um plebeu e que viveram um bom tempo
escondidos naquela casa.
Só
que o plebeu foi morto. A sua morte foi causada pela prisão nas correntes. Ele
não aquentou quinze anos. Então a sua descendência seria presa do mesmo modo. E
foi que ele percebeu que fazia parte daquela família, ou não haveria lógica.
Ninguém
se sabe o motivo da prisão, mas sabe-se de algum jeito, a descendência desse
homem iria sofrer quinze anos. Porque você não resiste, e tem que entrar na
casa! E se você contar a alguém sobre a casa, você é morto de algum jeito, de
acordo com a carta!

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