sexta-feira, 30 de maio de 2014

Vitória Ruva Villela



25 de março de 2013

  Na madrugada do dia 25, acordei com um sentimento muito ruim, algo havia acontecido. Quando começo escutar choros na sala e falas. “Ele morreu”.
  Imediatamente corro para ver quem tinha morrido, era meu pai. Fiquei muito triste, minha família também. Passaram horas e nem uma resposta de conseguirmos ver meu pai.
  Chegaram famílias de outros estados, cidades para ajudar. E ainda nem um aviso de podermos vê-lo. Enfim, a hora tão esperada chegou. Nós o vimos, oramos por muitas horas e chegou a hora de enterrá-lo. Era um momento muito ruim e bom ao mesmo tempo. Ruim porque havia perdido meu pai e bom porque sabia que no céu ele não iria sofrer. É um lugar melhor para ficar.
  E assim foi até o final do dia com muita tristeza. Minha mãe dizia: “não chore, o pai gostava de todos felizes e ninguém triste e chorando.”. E com isso aprendi que nós temos que dar valor muito grande aos nossos pais. Eles fazem parte dos nossos corações.                               

    

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