Caro Norhintong:
Hoje,
dois de janeiro de 1827, eu acordei ás quatro e vinte da manhã devido a um tiro
de canhão que caiu aqui perto. Na noite passada, eu havia passado o ano novo
debaixo do porão onde houve um tiroteio e fiquei escondido. Meu nome William
Zonett de Donatinow e moro na Itália, a cidade não preciso mencionar, pois
agora não passa de um monte de destroços. Estamos em guerra com a Austrália. O
motivo eu não sei, só sei que estamos vencendo, pois nosso exercito é mais
inteligente.
A
comida não é nada menos do que feijão enlatado, de um estoque no porão. Às onze
horas uma mulher bateu na porta dizendo que era minha prima. Não liguei, pois
ela era italiana e confiei nela. Ela precisava de minha ajuda para realizar um
plano de destruir um navio cargueiro de tanques de guerra, soldados e outros,
precisávamos de um carro. O ideal era um carro igual ao do inimigo, pois
podíamos nos misturar a eles.
Matamos dois soldados
com o armamento de minha prima para roubar o carro. O porto estava vazio. O
navio estava a caminho de chegar. Nunca tinha pegado numa granado antes, mas
foi preciso e atiramo-las na cabine do navio, ele perdeu o controle e bateu no
recife, era certo que ele ia afundar.
Foi um dia bom, pois a
guerra acabou um ano e 27 dias depois, vencemos!
Para Norhintong,
William, seu maninho.

Nenhum comentário:
Postar um comentário