sexta-feira, 30 de maio de 2014

Daniel Dos Santos Recchia



Caro Norhintong:

Hoje, dois de janeiro de 1827, eu acordei ás quatro e vinte da manhã devido a um tiro de canhão que caiu aqui perto. Na noite passada, eu havia passado o ano novo debaixo do porão onde houve um tiroteio e fiquei escondido. Meu nome William Zonett de Donatinow e moro na Itália, a cidade não preciso mencionar, pois agora não passa de um monte de destroços. Estamos em guerra com a Austrália. O motivo eu não sei, só sei que estamos vencendo, pois nosso exercito é mais inteligente.
A comida não é nada menos do que feijão enlatado, de um estoque no porão. Às onze horas uma mulher bateu na porta dizendo que era minha prima. Não liguei, pois ela era italiana e confiei nela. Ela precisava de minha ajuda para realizar um plano de destruir um navio cargueiro de tanques de guerra, soldados e outros, precisávamos de um carro. O ideal era um carro igual ao do inimigo, pois podíamos nos misturar a eles.
Matamos dois soldados com o armamento de minha prima para roubar o carro. O porto estava vazio. O navio estava a caminho de chegar. Nunca tinha pegado numa granado antes, mas foi preciso e atiramo-las na cabine do navio, ele perdeu o controle e bateu no recife, era certo que ele ia afundar.
Foi um dia bom, pois a guerra acabou um ano e 27 dias depois, vencemos!
Para Norhintong, William, seu maninho.  



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